A Mercedes está prestes a anunciar um dos maiores contratos de patrocínio de sua história, com a gigante da tecnologia Microsoft. De acordo com informações da Sky News, o acordo pode render à equipe da Fórmula 1 cerca de US$ 60 milhões por ano, colocando a parceria entre as mais lucrativas da categoria.
No momento, a Mercedes é uma das equipes mais patrocinadas da F1, com mais de vinte parcerias comerciais, e o acordo com a Microsoft estabelece um novo marco no mundo dos patrocínios na Fórmula 1. A gigante de tecnologia, avaliada em US$ 3,4 trilhões, será oficialmente anunciada como parceira da equipe na próxima quinta-feira (22), durante a apresentação da nova pintura do carro do time alemão.
Mesmo com a Mercedes tendo se recusado a comentar sobre o assunto, especialistas em patrocínios estimam que o contrato com a Microsoft pode colocar a marca como a terceira maior fonte de receitas para uma equipe da categoria, atrás apenas do contrato de US$ 75 milhões por ano da própria Mercedes com a Petronas, e o acordo de US$ 100 milhões anuais da Red Bull Racing com a Oracle.
Esse movimento reflete o crescente envolvimento da indústria de tecnologia no universo da Fórmula 1, que já inclui outras parcerias estratégicas, como a recente venda de parte das ações de Toto Wolff para a empresa de cibersegurança CrowdStrike, valorizando a equipe em mais de US$ 5,800 bilhões.

Além dessa parceria, a Mercedes anunciou outra nova colaboração, desta vez com o brasileiro Nu Bank, um serviço de finanças digitais. Wolff, chefe da Mercedes, comentou sobre o novo acordo: “A inovação e a disrupção estão no coração de tudo o que fazemos, e nossa parceria com o Nu Bank reflete esses valores compartilhados. Estamos comprometidos em ultrapassar limites e encontrar formas mais inteligentes e eficientes de performar. Estamos ansiosos para trabalhar juntos e levar essa excelência para a parceria”, afirmou.
Dessa forma, a Mercedes se prepara para um ano decisivo, com novos parceiros e ambições renovadas, buscando recuperar seu posto de liderança na Fórmula 1.
