A passagem da Stock Car por Cascavel foi muito desfavorável para o Chevrolet #51. O carro, que havia completado todas as voltas de todas as corridas do ano até chegar à etapa que marca metade da temporada, fechou a primeira prova fora dos pontos e seis voltas atrás do vencedor. Depois a segunda na largada, coletado em um acidente na curva do Bacião após largar na 12a fila.
Como consolo, restou a posição no top 10, com 85 pontos.
Na primeira prova, o vice-campeão de 2014 largou em 11o, mas não teve equipamento para acompanhar o pelotão da frente. Ele era 14o na volta 18, quando foi chamado para pit stop. Não trocou pneus e retornou à pista em 22o.
Àquela altura da corrida, o sorocabano havia perdido a volta do líder. Ele então foi novamente chamado para box na volta 34.
Ficou seis voltas parado, trocou os pneus do lado direito do carro e completou a corrida em 24o.
O resultado colocou o piloto por fora da 12a fila na largada da segunda prova. Mas ele não conseguiu se livrar do tradicional enrosco do pelotão intermediário na curva 1 de Cascavel. Tocado mais de uma vez em alta velocidade, abandonou a prova.
“Não entendi direito a estratégia na primeira corrida. Acho que se não tivesse parado, poderia terminar em 12o ou 13o. Na segunda, largar atrás é bem complicado. Teve um acidente na minha frente, foi todo mundo para dentro no curvão e eu fui por fora, aí alguém bateu muito forte na minha traseira, rodei e então os outros carros que vinham atrás foram batendo junto. Largar atrás tem esse risco, está sujeito a confusão. Hoje fiquei bem insatisfeito. Sabia que o quarto lugar não correspondia à nossa realidade em termos de performance, mas agora temos tempo para reagir”, observou o competidor da Shell Racing, lembrado que serão quase dois meses de intervalo até a Corrida do Milhão, em Interlagos, pista onde ele foi o último vencedor, no encerramento da temporada passada.
