Com um sobrenome sinônimo de velocidade nas pistas brasileiras, Fábio Fogaça terminou a primeira etapa da Stock Car – disputada neste domingo em Interlagos (SP) – como o melhor estreante entre os nove nomes que ingressam definitivamente na categoria este ano.
Largando da 10ª fila no grid, Fogaça se valeu de um carro consistente e uma boa estratégia nos boxes para receber a bandeirada na nona posição – atrás apenas de pilotos como Cacá-Bueno, vencedor, Max Wilson, Allam Khodair e Luciano Burti. Um resultado que surpreendeu o próprio piloto da Vogel Motorsport, filho do piloto de F-Truck Djalma Fogaça.
“Sensacional é a palavra. Porque eu tive um ritmo fantástico e, sinceramente, achei que não estaria tão preparado mentalmente e fisicamente nesta primeira etapa. Mas fiquei bem a corrida toda, o carro tinha um ritmo muito bom e o resultado foi melhor do que eu esperava”, disse Fábio Fogaça.
O desenrolar do fim de semana acabou sendo diferente do que o piloto planejava. ” Minha estratégia antes dessa etapa era mostrar velocidade na classificação, mas acabei não conseguindo ir tão bem. Por isso achei que ficaria para trás na corrida e aconteceu justamente o inverso. Como o que vale, no fim das contas, é a corrida, o fim de semana foi bastante positivo”, completou o piloto, autor da quinta melhor volta da corrida.
Um dos fatores decisivos para o resultado de Fábio Fogaça foi a estratégia de fazer o reabastecimento mais tarde, esperando o limite da capacidade do tanque para a parada. E poderia ter sido ainda melhor se não fosse um problema que “apagou” seu carro na saída do pit.
“A estratégia foi certa. Achei legal porque foi uma decisão minha em conjunto com a equipe e vimos que já temos um entrosamento para esse tipo de situação. Infelizmente tivemos o problema do carro apagar na saída do pit, talvez por inexperiência minha mesmo, mas isso não tira o brilho de nada”, completou Fogaça.
Por Inova Comunicação – Rafael Durante
