Para algumas equipes, pit-stop pode decidir corrida

Na etapa de São Paulo uma decisão conjunta entre equipes, organização e Confederação Brasileira de Automobilismo adiou a estréia do pit stop com troca de pneus na Stock Car. Mas neste domingo, na segunda etapa da temporada, em Curitiba, a novidade está confirmada. E isso está mexendo com os nervos de pilotos e equipes.

Entre o 15º e o 18º minuto de prova os carros fazem o reabastecimento, tendo que cumprir um tempo mínimo de permanência no box. “Essa é uma parada mais tranqüila, já que o reabastecimento já existia na categoria ano passado. Além disso, com tempo pré-determinado dificilmente teremos incidentes”, destaca Giovani Boettger, engenheiro dos pilotos Alceu Feldmann (Arigaf) e Luciano Burti (Amanco / Poliron).

Porém, entre o 25º e 35º minuto, o pit stop é para a troca de pneus. Na corrida de Curitiba a obrigatoriedade é apenas para a colocação de dois pneus novos. A partir de Brasília a previsão é para troca do jogo completo.

Neste ano, os carros passaram a ser equipados com rodas de cubo rápido, o que agiliza o procedimento. “Mas o pouco tempo para preparação deixa todo mundo apreensivo. A equipe treinou bastante, mas tenho certeza que irão ocorrer confusões. Por esse motivo, mesmo largando no pelotão intermediário tenho chances de vencer”, aposta Feldmann, o 18º do grid.