Motor deixa Starostik a pé em Curitiba

Após a bandeirada da 3ª etapa da Copa Nextel Stock Car o clima no box da equipe WA Mattheis era de festa e ao mesmo tempo de frustração. Enquanto comemoravam a vitória de Ricardo Maurício, os mecânicos tentavam descobrir o que houve com o motor do carro de William “Billy” Starostik (Jota Quest / Instituto Anami), que abandonou a prova na 13ª volta.

Após largar em 16º, o paranaense vinha com um carro rápido e brigava por uma vaga entre os 15 primeiros quando percebeu a queda de rendimento. “Ainda vamos analisar melhor para ver o que houve, mas foi uma pena. Seriam meus primeiros pontos no ano”, desabafou o piloto.

Neste ano, Starostik deixou de disputar a Fórmula 3 Sul-Americana, categoria na qual conquistou uma vitória no ano passado, para dar atenção total à Stock Car. Assinou contrato com a equipe comandada por Andreas Mattheis e, desde então, evolui a cada prova. “Devo muito ao time e também ao meu companheiro de equipe, que tem me ajudado bastante. Vou para Santa Cruz muito confiante”, destaca.

PELOS ANIMAIS

Nesta temporada William Starostik está de equipe e patrocínio novos. Saiu da RCM e foi para a WA Mattheis, levando o apoio do grupo musical Jota Quest, parceiro dele desde a temporada 2007.

Agora, o paranaense também leva em seu capô o retrato de um chipanzé. Isso porque o segundo piloto mais jovem da Copa Nextel Stock Car ajuda a divulgar o Instituto ANAMI, que mantém um santuário de primatas em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

O local é mantido pelos avós do piloto, que vieram da República Tcheca há 50 anos e há 20 criaram um “minizoológico”. Atualmente, são cerca de 20 chipanzés, que possuem chip de identificação, certidão de nascimento e registro do IBAMA.



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