Problemas tiram pontos da Panasonic Racing

Por um momento da corrida, os dois pilotos da Panasonic Racing estiveram próximos da zona de pontos, mas o objetivo não se concretizou por problemas diversos. No caso de Ricardo Zonta, o defeito foi na junta homocinética, responsável pela transferência de força do motor para a roda. “Eu cheguei a estar perto dos pontos, mas aí veio o primeiro pit stop, que nos jogou mais para trás. Logo na seqüência tive o problema que forçou o abandono”, contou o piloto, que parou na metade da corrida, com 25 voltas completadas. Seu companheiro, Ricardo Sperafico, foi um pouco mais adiante.

Com problemas de equilíbrio no carro desde o início da prova, ele, que largou em sétimo e tinha chances de pódio, não conseguia se defender dos ataques dos adversários e nem pôde se aproveitar do fato de ter feito a parada de box no momento certo, o que lhe colocou de volta entre os dez primeiros na parte final. “Já comecei com problema, era algo na suspensão traseira, estava quase impossível de pilotar. Eu estava simplesmente sendo atacado. A única opção era tentar segurar os rivais, mas chegou uma hora que não dava mais, precisei parar”, lamentou.

O abandono de Ricardo Sperafico foi na 40ª volta. Faltavam cinco para a bandeirada e ele estava em 14º lugar – marcando dois pontos. Pelo menos a dupla esteve afastada da polêmica que marcou a segunda etapa da temporada, vencida por Ricardo Maurício, com Marcos Gomes chegando em segundo ampliando a liderança no campeonato. Algumas equipes contestam os times que chamaram seus pilotos aos boxes quando ainda estava sendo completada a primeira volta com intervenção do safety car. Quem parou depois, foi prejudicado. Até o início da tarde, o resultado oficial não havia saído.



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