Equipes garantir vaga para a próxima temporada

A Copa Nextel Stock Car não vive só da disputa entre os pilotos e as quatro marcas das montadoras envolvidas na categoria. Apesar de ser pouco comentado, ainda existe uma acirrada briga entre as 28 equipes inscritas que querem garantir o direito de alinharem na próxima temporada. “Só vão ficar as 16 equipes que somarem mais pontos neste ano, mais a equipe que vencer o campeonato da Stock Car Light, para que o grid do ano que vem tenha 34 carros. Então, esta é uma luta que tem um valor muito alto”, conta Miguel Ferreira, chefe da equipe M4T/WAS. A próxima disputa será neste domingo (19/8) em Santa Cruz do Sul (RS), com a realização da sexta etapa a partir das 13 horas, com transmissão do SporTV.

Com a soma de pontos de seus pilotos, as 16 equipes que terminarem o ano com a pontuação mais alta terão direito assegurado a disputarem todas as prova de 2008. Mesmo ocupando a 15ª posição depois das quatro primeiras corridas, através dos seis pontos conquistados em Campo Grande por seu único piloto, o paulista Paulo Salustiano (Inpacom/Nicoboco/Sawary/RedeTV), a equipe M4T/WAS resolveu reforçar o seu time contratando o catarinense Mateus Greipel, para poder lutar de igual para igual com todas as outras escuderias que já estavam dentro desta “bolha” de classificação. “Somos uma equipe média e tínhamos poucos dados coletados e menores possibilidades de pontuar porque contávamos apenas com um bom piloto”, explicou Ferreira. “A parceria com o Mateus foi muito positiva. Ele fez um ótimo trabalho em Londrina, mesmo estreando conosco. Os dois pontos que ele conquistou foram primordiais para as pretensões de nossa equipe se manter entre as 16 melhores do ano. Estamos muito contentes com o trabalho dele”, definiu o chefe da equipe.

Com o quinto lugar de Salustiano e o 14º de Greipel na quinta etapa, a M4T/WAS já pulou para a 12ª colocação, com 20 pontos. E o objetivo principal dos dois pilotos é justamente garantir uma boa posição para o time sediado em São Paulo que defende a marca Chevrolet. “Acima de tudo, a minha meta esse ano é lutar pelo campeonato de equipes, pois ano que vem haverá a limitação no número de times”, assegura Paulo.

Salustiano afirma que a missão ficou menos complicada com a chegada do parceiro catarinense. “Eu estava sozinho na equipe e o trabalho era muito difícil. Não tinha referência de nada. A entrada do Mateus ajudou-nos a desenvolver bastante o carro e subimos algumas posições no campeonato de equipes”, explicou. “Deu uma aliviada e agora já dá para sonhar com o playoff”.



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