Largar a partir da 11ª posição na corrida deste domingo (13), no Autódromo Internacional Nelson Piquet, no Rio de Janeiro, está longe de ser considerado um bom lugar no grid para Ingo Hoffmann, maior vencedor da história da Stock Car. Mas é um dos melhores que o piloto da equipe AMG Filipaper conseguiu na temporada, em que tem enfrentado dificuldades de acertar o carro para condição de pneus novos. Ao contrário do bom desempenho que o equipamento tem apresentado nas corridas.
Na atual temporada, Ingo amargou largar em 25º em Buenos Aires, entre os 41 carros no grid. Na corrida, chegou na quarta colocação. O pior lugar no grid, entretanto, aconteceu em Santa Cruz do Sul, quando partiu de 28º para chegar em 12º. Já quando largou melhor, como na quinta etapa, em Curitiba, em julho, venceu a corrida. “Apesar de ainda distante do rendimento dos outros carros, parece que começamos a encontrar um caminho com os pneus novos”, avalia o piloto do Mitsubishi Lancer número 17 decorado nas cores de Filipaper, Castrol, BicBanco, Hospital Santa Helena, Cristália Genéricos, Sab Company, CMA e Ingepal.