A TOYOTA GAZOO Racing World Rally Team volta suas atenções para a quarta etapa do WRC, o Rally da Croácia, que é disputado em estradas de asfalto entre os dias 9 e 12 de abril, o primeiro de muitos eventos desafiadores neste tipo de terreno nas próximas semanas.

A GAZOO Racing e o GR Yaris Rally1 têm um forte retrospecto na Croácia, vencendo todas as quatro edições anteriores que foram válidas pelo WRC. Elfyn Evans venceu em 2023 e foi duas vezes segundo colocado, e parte para o evento deste ano na liderança do Mundial de Pilotos com uma vantagem de oito pontos para o companheiro de equipe Oliver Solberg, que está apenas três pontos distante do mais novo vencedor do WRC no Quênia, Takamoto Katsuta, que completa o trio nominado para o campeonato de construtores, onde a TGR defende uma liderança de 43 pontos de vantagem. Sami Pajari alinha pela TGR-WRT2 depois de dois pódios seguidos em Suécia e Quênia.
A Croácia inicia um período de muita movimentação para as equipes, com três etapas nas próximas cinco semanas, e também será o primeiro de três ralis no asfalto pelos próximos dois meses. A prova croata será seguida pelo Rally das Ilhas Canárias, daqui duas semanas. Depois de uma prova no cascalho em Portugal, as ações voltam ao asfalto no Rally do Japão, no fim de maio.
Voltando ao calendário do WRC depois de um ano fora, o Rally da Croácia é conhecido por ter uma mistura desafiadora de superfícies de asfalto e constantes mudanças de nível de aderência nas especiais que combinam estradas sinuosas e técnicas com setores fluidos e rápidos, incluindo saltos.
“O Rally Safari foi muito desafiador, mas foi fantástico para toda a equipe ver Takamoto (Katsuta) conquistar sua primeira vitória, e agora estamos ansiosos para outro desafio diferente com etapas seguidas no asfalto. Temos um retrospecto bom na Croácia e estamos ansiosos para voltar lá depois de um ano, e também vamos correr em novas estradas e outras regiões do país. Normalmente o clima é um fator nesta prova e nossos pilotos experimentaram grandes mudanças de condições entre elas nos testes antes da prova. Quando o nível de aderência muda, um piloto pode fazer grande diferença se ele se sentir confiante. Nosso carro performou muito forte no asfalto e todos nossos pilotos estão confiantes, então nosso objetivo é tentar converter essa performance em um resultado forte”, disse Jari-Matti Latvala, chefe da TGR no WRC.
Para este ano, a base do rali se muda para 150 quilômetros a sudoeste da capital Zagreb, para a cidade costeira de Rijeka, com o parque de serviço localizado no circuito de Grobnik. Esta mudança traz alterações significativas no roteiro: todos os estágios são novos no WRC, trazendo um terreno desconhecido e desafiador. Apesar disso, o potencial de mudanças climáticas continua.
Depois da largada promocional no centro de Rijeka na noite de quinta-feira, o rali começa na sexta-feira com quatro especiais a oeste, na península de Ístria, todas elas disputadas duas vezes, antes e depois do período de assistência do meio do dia. Outras quatro especiais serão realizadas duas vezes no sábado, desta vez a leste de Rijeka, com uma nova zona de troca de pneus em Karlovac. O rali termina no domingo com duas especiais repetidas com vista para o Golfo de Kvarner e o Mar Adriático.
Piloto do programa de desenvolvimento da TGR, Yuki Yamamoto volta a ação para retomar sua campanha com um GR Yaris Rally2, com o seu copiloto James Fulton de volta, recuperado do acidente nos testes para o Rally da Suécia. Outros seis pilotos vão competir no WRC2 com o GR Yaris Rally2 na Croácia: Roope Korhonen, Taylor Gill, Alejanddro Cachón, Kajetan Kajetanowicz, Bernhard tem Brinke e Johannes Keferböck.
