Se tiver uma equipe animada para a corrida de Campo Grande (MS) neste final de semana (16/7), válida pela quinta etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, esta é a DF Motorsport/Ford Racing Trucks. Composta pelo catarinense Luis Zappelini, pelo pernambucano Beto Monteiro e pelo paulista Djalma Fogaça, que ocupam respectivamente a oitava, nona e décima posições no certame, o time dos Ford Cargo brancos e azuis com detalhes laranja acredita que chegou a hora da recuperação do trio na tabela de pontuação. “Nosso time foi o que teve o melhor desempenho na última corrida, colocando seus três caminhões entre os seis primeiros. E a Ford foi a marca que somou mais pontos em Guaporé, todos através de nossa equipe. Então, a expectativa para Campo Grande é excelente”, anima-se Fogaça, que além de piloto é o chefe da equipe.
Com a realização da quinta das nove etapas programadas, o campeonato da Fórmula Truck chega exatamente à sua metade. As quatro primeiras provas formaram o início mais empolgante e equilibrado da história da categoria, com quatro pilotos diferentes estabelecendo a pole position e também quatro vencedores diferentes. Por isso, a partir de agora será fundamental pontuar em todas as corridas. “Tivemos um início de temporada complicado, mas agora conseguimos equilibrar desempenho com durabilidade. O resultado da corrida passada é bastante animador para a segunda metade do campeonato”, analisa o “Caipira Voador”, assim conhecido por ser de Sorocaba, interior de São Paulo.
Segundo Djalma Fogaça, “Vamos sempre para as corridas querendo a vitória”. Só que no atual estágio de desenvolvimento da Fórmula Truck, é difícil correr e vencer com motor mecânico, com alimentação por bomba injetora. “Somos a única marca que ainda não estreou o motor eletrônico. Andamos muito no risco”, pondera. Para amenizar a desvantagem, a DF Motorsport/ Ford Racing Trucks aposta as suas fichas no excelente acerto de suspensão, que foi testado primeiro no caminhão de Fogaça, e que agora foi repassado para Luis Zappelini e Beto Monteiro. “Nesta corrida todos os nossos caminhões terão o mesmo tipo e acerto de suspensão. Acho que ganharemos muito em contorno de curvas e freadas. E todos os caminhões devem usar o biturbo, é só questão de acertar a pressão”, encerra Djalma.