A pausa da Fórmula 1 levou Lance Stroll a buscar novos desafios no GT World Challenge Europe, mas sua estreia acabou marcada por dificuldades e uma sequência impressionante de punições. O canadense viu sua primeira participação na categoria terminar longe do esperado, após um fim de semana complicado em Paul Ricard.
Como Max Verstappen fez recentemente, Stroll aproveitou a interrupção do calendário da Fórmula 1, causada pelo cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, para competir em outra categoria.
O piloto da Aston Martin na Fórmula 1, disputou a etapa de abertura da temporada 2026 do GT World Challenge Europe no circuito de Paul Ricard. Stroll dividiu o carro com o ex-piloto de F1 Roberto Merhi e com Mari Boya, formando o trio da equipe.
Apesar do resultado final negativo, o canadense começou o fim de semana com um desempenho mais consistente. Stroll colocou o Aston Martin Vantage AMR GT3 EVO da equipe ComtoYou na 15ª posição geral na classificação, mas a corrida rapidamente se transformou em um cenário difícil para o trio.
Grande parte dos problemas veio por conta das penalidades acumuladas durante a prova. Merhi recebeu diversas sanções, incluindo cinco punições de 30 segundos por ignorar bandeiras azuis, além de mais 75 segundos por exceder os limites de pista. O espanhol ainda sofreu outra penalidade com parada nos boxes e mais 30 segundos adicionais por nova infração nos limites da pista.

Boya também enfrentou problemas e recebeu uma penalidade stop-and-go de 35 segundos após causar uma colisão. O acúmulo dessas punições comprometeu totalmente a corrida da equipe, que perdeu muito tempo ao longo da prova.
Com isso, Stroll e seus companheiros terminaram apenas na 48ª posição, após serem ultrapassados em doze voltas pelo outro carro da equipe, pilotado por Mattia Drudi, Marco Sørensen e Nicki Thiim, que utilizavam o mesmo equipamento e representavam a mesma estrutura.
Enquanto isso, o carro da Verstappen Racing, com Daniel Juncadella, Chris Lulham e Jules Gounon, terminou na nona colocação geral. O trio cruzou a linha de chegada 35 segundos atrás dos vencedores, em um resultado muito mais positivo no mesmo evento, apesar de Gounon ter passado mal após a prova e ter ficado algumas horas no centro médico antes de ser liberado sem maiores problemas.
