Sergio Sette Câmara encarou desafio totalmente novo em sua carreira. Em Goiânia, fez sua estreia não apenas na Porsche Endurance Series como também com um carro de turismo, fazendo as comparações com um Fórmula E.
No início do mês, o competidor se juntou a Pedro Boesel para correr a segunda etapa da temporada 2021 das corridas de longa duração. Em uma prova exigente e marcada pelo calor, a dupla cruzou a linha de chegada em quinto, beliscando o degrau mais baixo do pódio.
Atualmente, Sergio está competindo na FE defendendo a Dragon. Portanto, teve de virar a chavinha de um carro elétrico para um de combustão, apesar de não ver tantas diferenças quando se comparado esse aspecto.
“O motor muda pouco, o motor é um negócio que está empurrando você para frente, você acelera e o carro anda. O motor elétrico é muito mais preciso, torque instantâneo, é um motor superior”, falou com exclusividade ao F1Mania.net.
“Mas o que muda na verdade, saí da Fórmula 2, Super Fórmula, depois pulei em um carro de Fórmula E agora um Porsche, e o que muda é o peso dos carros, o downforce, os pneus. Isso muda muito, o motor em si não é algo…”, seguiu.
“Se FE tivesse motor a combustão não mudaria nada o meu desafio aqui na Porsche, ia interferir pouco. O que muda são as dimensões do carro e os outros elementos que citei”, concluiu o mineiro.
