Vitor Meira está de volta ao grid da Porsche Endurance Series. Para a decisão da temporada 2022, que acontece neste final de semana em Interlagos, o piloto vai dividir o carro com Beto Gresse e Lineu Pires.
O campeonato de provas de longa duração da Porsche Cup já realizou duas etapas anteriores. A primeira foi em Termas de Río Hondo, na Argentina, e a segunda no autódromo de Goiânia. Agora, em São Paulo, coroa seus campeões.
Na classificação da Carrera Cup Sport, a dupla Pires e Gresse aparece na terceira colocação com 115 pontos, apenas nove atrás de Nelson Monteiro/Alan Hellmeister. Portanto, Meira espera ajudar os colegas na conquista do caneco.
“Antes, dividi o carro como prévia experiência com o Lineu e com o Beto, tivemos a sorte e competência de ganhar. Claro que agora, uma categoria mais alta, tudo fica mais difícil, mas o entrosamento do time está muito bom”, falou ao F1Mania.net.
“A expectativa é alta. O fato é um só: quem ganhar a corrida, ganha o campeonato. Então, o trabalho é um só”, completou o piloto.
E em uma prova tão longa de 500km, ou cerca de 4h30 de duração, quais que são os principais desafios dentro do carro? “O desafio não muda. Não podemos prever o futuro, então, temos de ser agressivos de uma maneira que não coloque em risco o tempo inteiro”, pontuou.
“Claro, tentar sempre forçar as ultrapassagens, forçar o carro o tempo inteiro, ficar em uma posição boa. Mas, tem uma medida diferente de uma corrida de 40 minutos ou de 1h30 como de costume”, seguiu.
“Os carros todos são muito confiáveis, não quebram, isso permite que você fique no limite o tempo inteiro. Você tem de andar no limite, mas não pode se colocar em situações que criam risco o tempo inteiro, uma hora ela te pega. Então, essa é a medida da corrida longa”, concluiu.
