Carol Aranha faz história na temporada 2021 da Porsche Cup. Correndo na classe GT3 Cup 3.8, é a única mulher presente no grid e ao falar sobre o assunto, comemorou a representatividade na categoria e como é importante ver pilotas correndo contra homens.
Após dois adiamentos do início do campeonato, a abertura do calendário aconteceu no último final de semana. O Velocitta, localizado em Mogi Guaçu, realizou rodada dupla e em suas primeiras corridas, Carol reforçou a adaptação e chegou até mesmo a subir ao pódio.
Na primeira prova, realizada no sábado, a pilota cruzou a linha de chegada na 20ª colocação geral, sendo segunda na classe Trophy. Já na segunda prova, no domingo, mostrou evolução e foi 15ª, terminando em terceira na Trophy.

Sobre sua participação na Porsche GT3 Cup, falou da representatividade e como o automobilismo permite correr de igual para igual entre homens e mulheres. “Eu acho que é legal em termos de representatividade”, disse com exclusividade ao F1Mania.net.
“Se eu não corresse, gostaria de ver uma mulher correndo, mas em termos de competitividade, acho que é igual para igual. É um dos poucos esportes que você tem a máquina, que você veste a máquina”, continuou a pilota.
“O que importa mesmo é o cérebro que está por trás dela, pois a força bruta é neutralizada. Quem faz isso é o carro”, concluiu Carol, que chegou a ter treinamento em Hüngaroring e aulas com Mark Webber.
