O trio de pilotos que vai representar a Equipe Bardahl nas 500 Milhas de Kart da Granja Viana está confiante em um bom desempenho na corrida. Daniel Serra, Norberto Gresse Filho, o Betinho, e Ricardo Maurício treinaram pesado nesta quarta e quinta-feira e nesta sexta à tarde iniciam as tomadas de tempo. A largada da prova está marcada para a meia-noite de sábado para domingo. Serão 644 voltas ou, no máximo, 12 horas de competição.
Daniel Serra, 17º colocado na temporada 2005 da Fórmula Renault européia, vai participar da competição pela quarta vez. “Continuamos treinando pesado. Não dá para saber muita coisa ainda, mas acredito que estejamos na mesma ‘balada’ do Felipe Massa e do Rubinho, que são referência”, dz o piloto, de 22 anos. Segundo Daniel, apesar de o kart ainda precisar de alguns ajustes, já foi possível perceber que ele está competitivo. “Dá para brigar lá na frente. O kart está legal e tem evoluído bastante.”
Ricardo Maurício, piloto de Stock Car V8, 17º colocado no campeonato e 26º na última etapa, no Rio de Janeiro, também está otimista e pensando em andar sempre entre os primeiros. “O fato de sermos amigos fora da pista ajuda muito. Trabalhar em equipe com amigos é sempre melhor. Entrosamento é fundamental numa prova longa e competitiva como essa”, afirma o mais experiente do trio, de 26 anos.
A amizade fora das pistas também foi destacada por Betinho, que assim como Ricardo Maurício vai participar das 500 Milhas da Granja Viana pela terceira vez. “Vai ajudar muito no desempenho dentro da pista. Somos bem amigos fora das corridas, sempre trocamos informações e conselhos. Temos consciência de que fazemos parte de uma equipe para os três se saírem bem”, fala o piloto, de 21 anos.
No final de semana, Betinho chegou em 12º na Stock Car V8 Light. Foi apenas a segunda participação do piloto patrocinado pela Bardahl na categoria. O jovem piloto espera brigar pelas primeiras posições na competição. “É uma corrida imprevisível, complicada e com muitas variáveis. Se estamos bem, nem percebemos o tempo passar. Agora, se as coisas começam a dar errado, tenho vontade de pegar minhas coisas e voltar para casa”, brinca.