Pilotos Positron reclamam de falta de equilíbrio

Além de reclamarem da disparidade dos carros da Ferrari com os demais, os pilotos da equipe Positron/Greco na GT3 Brasil, ao fazerem um balanço final da temporada, comentaram também sobre o desequilíbrio na formação das duplas na categoria. O regulamento prevê um sistema de pontuação que misture nos carros um piloto profissional e um Gentleman Driver (pilotos geralmente pagantes, que não tem o automobilismo como principal atividade).

Segundo Jorge Neto algumas duplas contavam com dois pilotos profissionais, sem o chamado Gentleman Driver, um dos alicerces da categoria. “As duplas ficaram desequilibradas. Desviou o objetivo do campeonato, de proporcionar a interação entre o Gentleman Driver e o piloto profissional, e isso é ruim”, afirma. No entanto, o competidor vê com bons olhos o futuro da competição. “A GT3 tem um apelo muito grande, tem tudo para explodir. São carros dos sonhos, que todos querem guiar e ver na pista. Com a equalização ideal entre todas as marcas e também de duplas, será uma categoria perfeita”, exclama.

Os membros da equipe são unânimes ao apontar o principal fator positivo encontrado durante as 16 etapas da GT3 Brasil. “A convivência entre todos nós era realmente muito boa, contribuiu muito para que o trabalho fosse o melhor possível”, explica Cattalini. E para 2009 a parceria espera render mais frutos. “As quatro partes do time – Jorge Neto, Cattalini, equipe Greco e Pósitron – formaram um casamento legal, apesar de os resultados não terem sido o ideal. Temos uma ótima perspectiva para o ano que vem”, finaliza Greco.