Charlie Whiting, diretor de corridas da Fórmula 1, disse que a FIA vai investigar a colisão de Tadasuke Makino na Fórmula 2, no que foi a primeira situação em que o Halo protegeu a vida de um piloto.
Nesta temporada, tanto a F1 quanto a F2 estão competindo com o halo, depois que o dispositivo de proteção do cockpit se tornou obrigatório.
No último domingo a peça enfrentou o primeiro “teste” em condições reais. Makino colidiu na corrida da F2, na Espanha, atingido por Nirei Fukuzumi, na curva quatro do circuito espanhol. Fukuzumi foi lançado para o ar e sua roda traseira esquerda atingiu o halo de Makalo, assim como a tampa do motor e o sidepod.
ICYMI: The halo did it's job in the F2 race on Sunday as Nirei Fukuzumi’s Arden rode up on top of the halo on the Russian Time of Tadasuke Makino#SkyF1 #F1 #F2 #Halo #SpanishGP pic.twitter.com/kbkbCEUYx5
— Sky Sports F1 (@SkySportsF1) May 13, 2018
A Fórmula 1 e a FIA investigarão o incidente, segundo disse Whiting: “Vamos fazer uma investigação sobre o incidente, porque a julgar pelas fotos que vimos, e o acidente em si, parece que poderia ter sido muito pior sem o Halo”, disse o diretor à “Reuters”.
“Quando você olha para as marcas de pneus na carroceria, por trás e por todo o lado do halo, onde as marcas de pneus começam no halo é exatamente onde uma das duas cargas de teste são aplicadas. Mesmo que isso não tenha salvado a vida dele, poderia ter sido desagradável sem o dispositivo”, detalhou Whiting.
Makino afirmou após o acidente que estava “muito grato” ao halo.
今までハロださいし見にくいし嫌だなーって思ってたけど本当に安全性はあるみたいです😅
Didn’t see much when the accident happened but afterwards very grateful to have my halo😅 pic.twitter.com/sdmK5xiyT0
— Tadasuke Makino・牧野任祐 (@tadasuke0628) May 13, 2018
