As chances de Dan Ticktum garantir uma superlicença foram diminuídas, depois que informações surgiram, de que a categoria Fórmula 3 Asiática, não é mais elegível para os pontos.
Ticktum entrou na AWS deste ano, na esperança de acumular os cinco pontos que ele precisa para uma superlicença.
Isso, no entanto, não acontecerá com o piloto júnior da Red Bull, pois a AWS não atende mais aos critérios da FIA.
A categoria é realizada ao longo de três finais de semana, dois dos quais ocorrem no mesmo local.
No entanto, de acordo com os critérios atualizados da FIA, o Apêndice L afirma que uma categoriaa deve ocorrer em cinco finais de semana de corrida, e em três circuitos diferentes.
“Todos os campeonatos listados na tabela são elegíveis para pontos de superlicenciamento, caso os critérios definidos no Apêndice L sejam cumpridos”, explicou o diretor de segurança da FIA, Adam Baker.
“Como nos anos anteriores, os critérios no Apêndice L, incluem o número de fins de semana durante os quais o campeonato é realizado”.
“Qualquer campeonato que não atenda aos requisitos do Apêndice L, infelizmente, não será elegível para pontos de superlicenciamento.”
Davide de Gobbi, chefe do Topspeed, organizador da AWS, está desapontado com a decisão da FIA, especialmente porque pilotos como Ticktum, se inscreveram unicamente para marcar pontos para uma superlicença.
Ele disse ao Motorsport.com: “Acreditamos que agimos de boa fé com base no Apêndice L publicado pela FIA”.
“Estamos atualmente buscando esclarecimentos da FIA em relação a algumas questões, mas obviamente estamos decepcionados com os desenvolvimentos recentes”.
“Acreditamos que fizemos grandes progressos na demonstração da eficácia da nova era da F3 Regional, e continuaremos a trabalhar arduamente para fortalecer o Campeonato Asiático de F3, assim como a AWS”, finalizou.
