A F3 Sudamericana Petrobras de 2010, depois de 45 dias competindo no exterior (provas em Santa Fé na Argentina e Piriápolis no Uruguai), voltou para o Brasil no penúltimo final de semana (corridas de números 20, 21 e 22 do ano) do disputado Campeonato de 2010 da categoria. Yann Cunha manteve o bom trabalho e o propósito de conquistar o Campeonato e ficou com a pole. Em segundo, Fabiano Machado, que continua fazendo bonito e em 3º Pietro Fantin que volta à categoria depois de ficar ausente nas duas provas internacionais. O líder do Campeonato Bruno Andrade ficou na 4ª posição, pouco mais de um segundo atrás do pole.
Chuva de manhã e calor abafado à tarde
Os tempos variaram como variou o tempo pela manhã, com todos os pilotos procurando um acerto melhor em uma pista que insistia em mudar constantemente. Mas no intervalo entre a última sessão de treinos e a classificação o calor aumentou, a chuva deixou de ameaçar e a pista ficou mais previsível e rápida.
Depois das ruas o desafio de Londrina
Mudou tudo. Acerto do carro, desafio da pista e a pressão que naturalmente aumentou muito. Afinal só faltam cinco provas para os dois Campeonatos (de F3 Sudam e F3 Light) serem definidos e duas delas como preliminares da Formula 1 no GP Brasil em Interlagos.
Ronaldo Freitas também continua na ponta
Na categoria Light Fernando Kid Resende começou o dia feliz por voltar a uma pista e deixar as provas de rua pra trás. A batida de frente que deu na proteção dos pneus não ajudou a sua confiança e na hora da classificação, teve que se curvar mais uma vez ao seu companheiro de equipe Ronaldo Freitas que desde as provas internacionais domina com sobra a categoria.
Palavra de um especialista
Pedro Mufatto estava passando por Londrina, vindo de sua cidade Cascavel, a caminho de Mato Grosso do Sul e cruzou com a F3 Sudamericana Petrobras. Aproveitou para falar animado de sua bela atuação domingo passado na Formula Truck no Velopark quando largou em 13º e terminou em 5º com o seu Scania ainda usando um motor de turbo único, menos eficiente e potente do que os motores bi – turbo que chegaram à sua frente. “Acho que já na próxima prova vou ter o bi – turbo e chegar mais perto da ponta” declarou e mudou rápido de assunto interessado na Fórmula 3. “Mas e a F3, puxa é a melhor categoria que existe. Lá o pessoal aprende mesmo e sai pronto para seguir aventura na Europa. Sinto saudade de todos os anos que corri naqueles monopostos”. Mufatto participou da F3 desde a sua fundação (ele foi um dos integrantes do grupo que iniciou a categoria em 1987), venceu provas e ficou por lá até 1997.