O clube F1BC de automobilismo virtual já começa a comemorar uma grande marca. Na última rodada, as categorias Indy Light, Indy Pro e Stock serão sediadas pelo centésimo circuito utilizado na rica história de palcos do F1BC, o Chicagoland Speedway.
A transmissão ao vivo da sétima e decisiva etapa da Indy Light será nesta sexta-feira, em Chicagoland, a partir das 21h30 ao vivo no site www.f1bc.com
Desde 2006, quando o clube F1BC iniciou suas atividades, a escolha de circuitos tem sido um ritual à parte na rotina dos administradores. “No começo, como só corríamos com Fórmula 1, os circuitos mais famosos eram sempre escolhidos, mas depois começamos a buscar variação, inovação, e hoje podemos até ousar em algumas escolhas”, afirmou o diretor geral Rodrigo Wizard.
A chegada de mais categorias também ajudou a forçar uma maior variação de circuitos. Nesta temporada, são 12 categorias combinadas em três blocos de calendário, utilizando sete pistas cada e totalizando 21 circuitos diferentes, quase todos novos em relação ao ano de 2009. “O calendário de Turismo é sem dúvidas um dos mais arrojados já planejados, pois envolve circuitos pouco conhecidos e utilizados em todo cenário virtual, e tivemos a chance de mostrar que o F1BC é capaz de ter entretenimento até nos lugares menos prováveis”, destacou Wizard.
Para o diretor-técnico Carlos Cunha, não basta um circuito ser bonito, famoso ou realista, nem mesmo ser totalmente diferente, e o F1BC aprendeu por conta própria. “Somos tão exigentes quanto as categorias reais. Já tivemos circuitos ruins no passado e até mesmo no presente, e sabemos que alguns problemas podem comprometer todo o espetáculo, então muitas coisas serão ainda mais testadas, antes de lançadas”, afirmou Cadu.
Rodrigo lembrou ainda alguns pontos altos e baixos durante a história de circuitos no F1BC. “Na segunda temporada de 2008, a categoria RT seria organizada por pilotos que assim queriam fazê-la, e a inexperiência e falta de comprometimento deles na hora de testar os circuitos gerou várias reclamações, especialmente em Opatija (Croácia) e Taupo (Nova Zelândia)”, declarou. “Na terceira temporada de 2008, abraçamos esta categoria e a revitalizamos, e Norisring (Alemanha) recebia uma certa desconfiança por parte dos pilotos, mas ao final da prova vários elogiaram a escolha”, concluiu.
Wizard ainda fez uma breve análise do que não deu certo na primeira temporada de 2010. “Temos que admitir que a leva de circuitos ovais não estava bom. O pacote feito pela VHR deixa muito a desejar, e só utilizaremos novamente alguma pista desta série após muitos testes”, explicou. “Jacarepaguá oval foi uma aventura que precisa ser revista, e o circuito de Mondello Park nas Turismo quase nos pregou uma peça”, completou.
Os circuitos mais utilizados pelo F1BC seguem sendo Interlagos e Monza, com Spa-Francorchamps, Mônaco e Sepang no grupo dos cinco mais. Nesta primeira temporada do ano, apenas estes dois últimos estão presentes, mas os sagrados templos brasileiro, belga e italiano voltarão a sediar etapas durante 2010.
A matemática conta ainda com dois circuitos que até o momento foram utilizados apenas em corridas comemorativas – Rattlesnake e Le Mans -, mas que por receberem transmissão ao vivo também entram na conta.
Clique “aqui” para conferir a lista de 100 circuitos utilizados no F1BC e a quantidade de aparições oficiais (número de corridas realizadas em campeonatos), já com a atualização contabilizando esta primeira temporada de 2010.
