CBA dobra o número de pilotos filiados

A Confederação Brasileira de Automobilismo registrou durante a temporada de 2003 um total de 4.714 pilotos filiados. Esse número representou quase a duplicação dos números verificados no início da gestão do presidente Paulo Scaglione. Quando assumiu, em janeiro de 2001, a CBA tinha fechado o ano anterior com 2.382. Logo no primeiro ano, Scaglione promoveu um crescimento de 30%, concluindo o ano inaugural de seu mandato com 3.236 pilotos. A trajetória de crescimento foi mantida em 2002, ano em que foram registrados 10% de crescimento. Em 2003, o saldo ultrapassou a marca dos 32%, representando um universo de filiados próximo dos 5.000 pilotos.

Esse número é composto exclusivamente por competidores de campeonatos brasileiros e é dividido nos seguintes grupos: velocidade em circuitos de asfalto e terra, rali de velocidade, regularidade e off-road, kart e arrancada. Para Scaglione, esse aumento é natural. “Número de filiados não é objetivo, é conseqüência de um trabalho. Não adianta nada querer mais pilotos filiados sem oferecer campeonatos organizados e reconhecidos. Foi isso o que fizemos. Em primeiro lugar foram criadas as condições para que os pilotos pudessem participar e só depois de sentida a receptividade é que o numero de filiados aumentou naturalmente”, avaliou.

Ele acrescentou, ainda, que “não existe mais o interesse dos pilotos em participar de campeonatos que não sejam oficiais da CBA, uma prova de que o trabalho realizado é sério e os competidores se sentem amparados pela entidade nas competições oficiais”. Nesse sentido, a criação dos Brasileiros de Fórmula Brasil 1600, de Marcas e Pilotos, Troféu Maserati e 4X4 deverá resultar em mais filiados em 2004.