Confederação Brasileira de Automobilismo definiu no final de dezembro o calendário da temporada de 2006. Trata-se de um calendário parcial porque algumas categorias ainda estão em processo de definição por parte de seus promotores. Mesmo assim, vários dos 24 certames nacionais sob a responsabilidade da CBA já estão definidos.
Entre março e dezembro teremos:
– Mais de 150 eventos;
– Envolvendo cerca de 8.000 pilotos e;
– Gerando algo em torno de 300 corridas.
Com provas de velocidade em autódromos e circuitos de rua, automobilismo na terra, rali de velocidade e regularidade, kartismo e arrancada, o leque de opções é dos mais variados. Além disso, as competições sob a chancela da CBA envolvem todas as regiões do Brasil e com diferentes patamares de custo e logística.
Em termos de praças, praticamente todos os autódromos brasileiros serão contemplados com provas ao longo do ano, inclusive o Nordeste. Em fase final de elaboração, o calendário da Fórmula Truck poderá incluir etapas em Fortaleza (CE) e Caruaru (PE).
Trabalho conjunto
O calendário elaborado pela CBA obedece a um critério bem específico. Ao final de cada ano, os promotores entregam suas sugestões de calendário para a Confederação, de modo a ser elaborado e homologado o calendário oficial. Eventuais modificações nunca ocorrem por ação da CBA. A partir do momento em que é homologado, o calendário precisa ser cumprido. Invariavelmente, porém, a mudança é resultado de uma solicitação do promotor, que por algum motivo não tem condições de manter a programação.
Dificilmente existem alterações de datas. As modificações ocorrem mais freqüentemente nas praças. Quando o promotor faz a sua solicitação de mudança, a CBA analisa o pedido e autoriza a alteração quando se trata de algo pertinente. O objetivo é sempre o de contribuir com o promotor para que ele possa realizar seus eventos, daí a efetivação de mudanças, quando necessárias.
“O calendário nacional é fruto do trabalho de todos e indica que novamente teremos uma temporada repleta de opções para o atleta e movimentando a economia nos quatro cantos do Brasil, com geração de empregos”, afirma Paulo Scaglione, presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo.