O segundo lugar de Maverick Viñales no GP da Holanda do último domingo não chamou tanto a atenção quanto as notícias envolvendo o piloto fora da pista. Vários rumores surgiram dando conta de que ele estaria indo embora da Yamaha ao fim deste ano, quebrando assim o contrato de 2022 com a montadora japonesa.
Perguntado sobre isso após a prova, Viñales negou que vá para a Aprilia e disse que há uma possibilidade de sair da Yamaha.
“Não, não é verdade”, disse ele quando questionado pelo DAZN se ele estava indo para a Aprilia.
“Agora, por enquanto, vamos sair de férias de verão e depois veremos. Claro que é uma opção (deixar a Yamaha), estou pensando nisso desde o início da temporada, porque não consigo mostrar todo o meu potencial com a Yamaha. Mas não posso dizer mais nada.”
Pole position, Viñales caiu para quinto no início depois de ter um problema com sua embreagem na largada. Ele ainda disse que “não tinha nada” para chegar em Quartararo quando finalmente assumiu o segundo lugar, no fim da prova.
“No início, não sei por que a embreagem queimou. Aí depois foi impossível passar Nakagami”, acrescentou.
“Aí eu não tinha mais nada no final para pegar o Fabio. Não foi uma má corrida, a única coisa foi que atrás das pessoas o pneu dianteiro ficou mais quente, mas isso não é desculpa.”
“Saí com o pneu macio na frente porque sabia que tinha um ritmo muito bom para a segunda metade da corrida. Pensei que podia fazer um pouco mais, mas a verdade é que não tive o que tinha ontem.”
“Não conseguimos terminar o perfeitamente o que foi um bom fim de semana. Passar Nakagami e Pecco Bagnaia foi difícil, especialmente Taka. Estava perdendo meio segundo atrás dele.”
“A partida me penalizou, mas na reta não conseguia ganhar posições. É importante voltar para casa com um pódio.”
Quartararo na ponta, a crise Viñales/Yamaha e renascimento de Eric Granado. A análise do GP da Holanda no FullGas Podcast:
