Rossi não virá muito ao paddock depois de se aposentar, crê Marini

Estreante na MotoGP esse ano após o vice-campeonato na Moto2 em 2020, Luca Marini disse que não sabe como o irmão Valentino Rossi irá atuar ativamente em sua equipe após sua aposentadoria como piloto.

Para ele, é mais provável que o italiano de 42 anos tire um bom tempo fora do paddock do campeonato mundial – local onde está trabalhando desde 1996, quando estreou nas 125cc.

“Não o vejo no pit wall em todas as corridas, ele pode querer fazer uma pausa quando se aposentar”, iniciou Marini.

“Depois de mais de 20 anos neste paddock, pode demorar alguns anos para que ele volte aqui de forma mais esporádica. É difícil saber que papel ele vai assumir nesta nova aventura, então teremos que ouvi-lo quando estiver mais claro. Acho que agora ele é o líder da equipe, mas Uccio (Salucci, amigo de Rossi) é o representante.”

“Na Moto2 também há ele e o Pablo (Nieto, chefe de equipe). Eu acho que eles cuidam das coisas mais burocráticas. Seria bom corrermos juntos e ter motos competitivas.”

Rossi reduziu a lista de possíveis fornecedores de motos para seu time na MotoGP em 2022 para dois em Le Mans: Yamaha e Ducati. A decisão impacta Marini, já que será a moto com a qual irá competir na temporada que vem, e pode também impactar em quem será seu companheiro de equipe.

“A equipe me falou um pouco sobre as negociações, mas não entraram em muitos detalhes. Só me prometeram que conversaremos mais sobre isso. É bom falar sobre essas coisas, e devemos parabenizar Vale. Conhecemos o piloto, o que é, o que foi e o que fez. Mas poder criar uma equipe na MotoGP é algo fantástico, na minha opinião”, concluiu.

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