Além da histórica pole position conquistada por Marc Márquez o sábado – a 63ª e primeira desde a famigerada contusão no GP da Espanha de 2020 e 1071 dias após a última, no GP do Japão de 2019 – o GP do Japão do último domingo marcou o fim de um tabu no Mundial de Motovelocidade.
Com a vitória de Jack Miller – sua quarta na carreira – e o segundo lugar de Brad Binder, a MotoGP viu pela primeira um top 2 formado por pilotos não-europeus desde o GP de Valência de 2011. Na ocasião, o australiano Casey Stoner venceu o norte-americano Ben Spies na reta final da prova por apenas 0s015.
Entretanto, além desse um outro tabu foi quebrado com o pódio em Motegi: pela primeira vez desde o GP de Valência de 2012 um top 3 foi composto por três pilotos de diferentes continentes.
Se agora tivemos Jack Miller da Austrália (Oceania), Brad Binder da África do Sul (África) e Jorge Martín da Espanha (Europa), em 2012 tivemos o espanhol Dani Pedrosa, o japonês Katsuyuki Nakasuga (piloto de testes que substituía Spies na Yamaha) e Casey Stoner em sua última aparição na MotoGP.
A grande vitória de Miller, a queda de Bagnaia, a sorte de Quartararo e a pole de Márquez: A análise do GP do Japão no FullGas Podcast:
