Quartararo vê Yamaha abaixo das rivais, mas celebra início de parte europeia

O atual campeão da MotoGP Fabio Quartararo foi apenas o sétimo no GP das Américas, disputado em Austin no último final de semana. O francês mais uma vez reclamou do equilíbrio da moto e disse ter feito o possível, mas que a falta de aderência e potência de sua YZR-M1 acabaram lhe limitando.

“Para ser honesto, não estamos prontos para lutar pelo pódio neste tipo de pista”, falou ele, que chegou em sétimo.

“Mas agora vamos para a Europa, e teremos melhores pistas para nós e vou fazer todo o possível para lutar pelo campeonato. Se a moto está pronta? Eu tenho minha opinião, mas dou 100% o tempo todo, como hoje.”

“No início da corrida eu tive o mesmo problema que na Argentina, que é basicamente a perda dessa aderência inicial em comparação com os outros.”

“Mas acho que consegui defender bastante, embora no começo tenha sido mais difícil porque todo mundo estava mais rápido e na reta, infelizmente, estávamos perdendo bastante. Mas acho que tivemos uma corrida muito boa, gostei muito. Lutamos bastante, mesmo que tenha sido pelo sexto lugar.”

“Gostei da batalha com Marc Márquez. Para mim, aprendo mais com esse tipo de corrida do que com algumas corridas que ganhei. Aprendi muito e estou feliz porque, apesar de ter menos potencial. Me forcei ao limite. Então, no dia em que tiver tudo a meu favor, terei um resultado muito melhor.”

As próximas duas corridas serão em Portimão e Jerez, locais onde Quartararo venceu em 2021. “Eu diria que Portimão será bom, mas não o melhor.”

“Se você larga lá em primeiro e faz o seu ritmo, é ótimo, mas no ano passado fiquei preso atrás da Ducati e não consegui ultrapassar (na segunda corrida)”, lembrou.

“Se você sair ou estiver entre os três primeiros, pode conseguir um bom resultado. Portanto, Portimão está 50/50. Jerez será uma boa pista para nós.”

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