MotoGP: Para Bagnaia, limite de pressão de pneus faz GPs serem menos intensos

Desde o GP da Grã-Bretanha, a MotoGP estabeleceu um limite mínimo para pressão de pneus na frente e atrás. E agora, para andar dentro do limite, as motos estão muito mais suscetíveis a terem a temperatura e pressão de pneus crescendo enquanto estão atrás de outras motos.

Bagnaia, que também se sentiu incomodado com a pressão dos pneus dianteiros na Áustria apesar de nunca ter estado atrás de outro piloto, disse: “com certeza a pressão torna a corrida um pouco menos intensa porque se você ultrapassa assim que chegara aos pilotos à tua frente, tudo bem”.

“Mas se você já está duas ou três voltas atrás, você começa a ter dificuldade, vai precisar ser ais lento para recuperar a pressão e temperatura dos pneus.”

“É algo que fiz em Jerez com Jack Miller e com Brad Binder. Áustria é uma pista onde a tração, a empinada, a aceleração e a frenagem fazem uma grande diferença em comparação com outras pistas onde a velocidade de entrada e de curva podem fazer a diferença. Acho que a Ducati e a KTM são as melhores motos para frenagem. Talvez seja por essa razão que as vantagens foram assim.”

Melhorias feitas no procedimento de largada permitiram que a Ducati e Bagnaia encontrassem mais desempenho, algo que o campeão mundial admitiu estar faltando no início do ano.

“Melhoramos um pouco a primeira parte da aceleração. Acho que o nosso potencial na largada pode ser maior, a KTM estava fazendo um trabalho incrível.”

“Sempre estivemos perto de ser como eles, mas faltou alguma coisa na aceleração. Acho que diminuímos essa diferença, então estou muito feliz.”