MotoGP: KTM explica como fará organização em 2025: “não haverá líder”

Com quatro pilotos vencedores em 2025, Pedro Acosta e Brad Binder no time de fábrica e Enea Bastianini e Maverick Viñales no time satélite, a KTM diz que não haverá líder no desenvolvimento de suas motos e também privilégios para receber novas peças. Para Pit Beirer, diretor de esporte a motos da marca, o sistema será justo com quem conseguir os melhores resultados.

“Conversamos com os quatro pilotos sobre como vamos trabalhar no futuro. Vamos fornecer quatro motos idênticas”, iniciou o alemão, ex-piloto de motocross.

“Isso começa com uma fase preliminar: tentaremos combinar cada piloto com as pessoas que eles gostariam de ter ao seu redor e depois iremos fornecer-lhes motos correspondentes para começar a temporada”.

“Não queremos anunciar um líder de equipe neste momento. Dissemos a eles que o desempenho na pista irá ditar isso. Todos terão o nosso total apoio. Não está nos nossos planos fornecer peças novas apenas a um piloto. Por outro lado, pode acontecer que haja uma peça nova, que represente uma melhoria, e que só podemos fabricá-la para um piloto, então receberá aquele que estiver melhor colocado na classificação”.

“O líder será o primeiro do nosso grupo na classificação, depois será o número dois, depois o número três. Não será a organização clássica, com garagem para a equipe oficial e outra para o satélite, em que o time de fábrica teria primeiro o material e depois o satélite. A obtenção desse material dependerá dos pilotos”, finalizou.