Depois de passar como ‘apto’ no exame que avalia as condições físicas de pilotos machucados nesta manhã em Assen, onde será corrido o GP da Holanda neste final de semana, Marc Márquez deu detalhes de como foi seu domingo na última semana, na Alemanha, onde caiu no warm-up e não pôde correr.
“Bem, quando você cai, com o passar das horas, os golpes aparecem e há cada vez mais dor. Mas fizemos um ótimo trabalho com toda a equipe de fisioterapeutas e médicos para tentar estar aqui em Assen, simplesmente porque dois dos principais pilotos da Honda, como Joan Mir e Alex Rins não vão estar, e precisamos correr. Temos de reunir informação para melhorar o projeto para o futuro”, explicou Márquez à TV DAZN.
“Mas é verdade que chegamos bastante machucados, com o tornozelo ainda inflamado. Já drenou bastante, mas ainda há inflamação e dor, o dedo (polegar esquerdo) tem uma fratura, e o que mais vai me incomodar durante final de semana é a costela, a segunda, que eu tive uma rachadura, é uma das coisas que não foi valorizada no último domingo mas tive muitas dores na região”.
Márquez também disse que o aumento das dores após sua queda no warm-up o fizeram desistir do GP da Alemanha. “Na primeira hora após a queda me senti bem e com forças para enfrentar a corrida, mas com o passar do tempo as dores começaram a aparecer, cada vez mais intensas, no tornozelo na região das costelas, por isso decidi não correr”.
“Se estou aqui é porque meu compromisso com a Honda é máximo e quero trabalhar com eles para melhorar no futuro, para melhorar nosso projeto”.
