Liderança de 3 pontos e Márquez zerado: como seria a MotoGP 2023 sem as Sprints

Para a temporada 2023, a MotoGP adotou corridas Sprint para todas as etapas do mundial e passou a distribuir pontos aos sábados pela primeira vez em sua história. No entanto, fica a pergunta: como estaria o campeonato caso o modelo de disputa fosse o mesmo do ano passado? O resultado é um pouco diferente.

Para começar, a diferença de 35 pontos entre Francesco Bagnaia (194), líder, e Jorge Martín – vice-líder (159) – seria bem menor: apenas 20 pontos. E, na verdade, o segundo no mundial seria outro: Marco Bezzecchi, que estaria a apenas três pontos de Bagnaia em vez dos 36 deste ano até aqui.

Johann Zarco e Luca Marini pulariam de quinto e sexto para quarto e quinto, fazendo um top 5 inteiramente da Ducati. A primeira KTM viria em sexto lugar, com Brad Binder, com apenas 67 pontos em vez dos 114 que possui no campeonato e lhe dão o quarto posto.

Outro que também teria o número de pontos bastante diminuído é Marc Márquez, que até agora, após oito etapas, não teria marcado ponto algum, já que todas as suas pontuações – que lhe rendem o 19º lugar, com 15 pontos, foram aos sábados. Assim, o espanhol estaria zerado.

Confira a tabela (pontos com sprints entre parênteses):

1. Pecco Bagnaia, 120 pontos (194)
2. Marco Bezzecchi, 117 (158)
3. Jorge Martín, 100 (159)
4. Johann Zarco, 90 (109)
5. Luca Marini, 71 (98)
6. Brad Binder, 67 (114)
7. Aleix Espargaró, 56 (77)
8. Fabio Quartararo, 56 (64)
9. Jack Miller, 54 (79)
10. Alex Márquez, 54 (63)
11. Franco Morbidelli, 51 (57)
12. Augusto Fernandez, 42
13. Maverick Viñales, 41 (56)
14. Álex Rins, 38 (47)
15. Fabio di Giannantonio, 34
16. Takaaki Nakagami, 34
17. Miguel Oliveira, 17 (27)
18. Enea Bastianini, 15 (18)
19. Dani Pedrosa, 9 (13)
20. Lorenzo Savadori, 9
21. Jonas Folger, 9
22. Raul Fernandez, 8
23. Michele Pirro, 5
24. Danilo Petrucci, 5
25. Joan Mir, 5
26. Stefan Bradl, 5
27. Marc Márquez, 0 (15)
28. Iker Lecuona, 0