A KTM vem tentando cada vez mais se estabelecer na MotoGP, e para isso está disposta a investir em mais uma equipe a médio prazo no grid do campeonato. O time, além de sua equipe de fábrica, possui uma estrutura satélite, mas visa seguir o exemplo da Ducati, que em 2022 terá oito motos no grid.
“Assim que tivermos a sensação de que nossas duas equipes estão estáveis e mantendo um desempenho correto, realmente queremos uma terceira equipe na MotoGP”, disse Pit Beirer, diretor esportivo da KTM, à publicação alemã Speedweek.
Entretanto, para isso a montadora deverá procurar um parceiro no grid atual da MotoGP devido ao fato de a Dorna – promotora do mundial – não ter aberto por ora a entrada de novas equipe na classe principal. No momento, a KTM tem apenas um time satélite, a Tech3. A escolha foi feita após negociações com outros times satélites, como a LCR.
“Negociamos com Lúcio (Cecchinello, dono da LCR) há dois anos, mas parece que ele é um parceiro muito leal à Honda, por isso nunca tivemos uma conversa profunda”, admite Beirer.
“Não procurámos ativamente qualquer parceiro nos últimos anos porque a Dorna informou-nos que gostariam que cada fabricante (no momento seis) tivesse apenas uma equipe satélite.”
“Foi por isso que recuamos quando percebemos que algo estava acontecendo com Avintia e Gresini.”
A Avintia será a VR46 no próximo ano e a Gresini utilizará motos da Ducati após anos de aliança com a Aprilia.
“Agora a Ducati terá quatro equipas e teremos duas nas próximas duas temporadas, por isso sentimos que estávamos um pouco mal informados.”
“É claro que você tem algum poder quando tem quatro equipes e fornece um terço do grid”, finalizou.
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