Andrea Dovizioso retornou à MotoGP no último GP de San Marino correndo pela Yamaha. Acostumado com a Ducati, o piloto ainda precisa acertar seu estilo de pilotagem na moto japonesa, que possui um conceito de motorização diferente.
E, com a moto 2019 que era utilizada por Franco Morbidelli, Dovi ainda terá mais uma desvantagem na aprendizagem – o desempenho. Porém, ele não pensa nisso chegando para sua segunda corrida pela equipe SRT, em Austin, EUA.
“Ainda há muitas áreas que preciso trabalhar, mas foi bom ter o teste de Misano para ajudar a aumentar meu tempo com a moto”, disse Dovizioso.
“Não tenho a certeza do que esperar deste fim de semana, pois terei de ver em que situação está a pista e terei de descobrir onde está a aderência.”
“É uma pista muito exigente, e da última vez que lá estive a pista tinha muitas ondulações, mas acho que fizeram algumas alterações desde então.”
“O clima, é claro, terá um impacto, mas será o mesmo para todos. É muito difícil prever o que vai acontecer, mas espero continuar fazendo progressos neste fim de semana.”
O GP nos EUA é apenas o segundo a ser realizado fora da Europa desde o início da pandemia da covid-19. Em suas sete provas no local, Dovizioso terminou entre os sete primeiros em todas as corridas, exceto em 2016 – quando abandonou após ser acertado por Dani Pedrosa. Seu melhor resultado é um 2º, conquistado em 2015.
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