Com chegada de Índia e Cazaquistão, MotoGP anuncia calendário com 21 GPs para 2023

A MotoGP divulgou nesta sexta-feira seu calendário provisório para a temporada de 2023. O ano terá um total de 21 eventos, com a chegada de dois GPs novos, um no Cazaquistão – marcado para o mês de julho – e outro na Índia – programado para acontecer no mês de setembro.

Para a chegada de ambas corridas, o GP de Aragão – presente no calendário da MotoGP desde 2010 – foi retirado. Outro evento que não está presente é o GP da Finlândia, que foi adiado nos últimos dois anos.

O ano se iniciará em 26 de março, com o GP de Portugal. Tradicionalmente abertura do mundial, o GP do Catar foi alocado para o fim do ano para que reformas sejam feitas no Lusail International Circuit. A prova será a penúltima do campeonato.

1. 26 de março: Portugal – Algarve International Circuit
2. 2 de abril: Argentina – Termas de Rio Hondo
3. 16 de abril: Americas – Circuito das Américas
4. 30 de abril: Espanha – Circuito de Jerez-Angel Nieto
5. 14 de maio: França – Le Mans
6. 11 de junho: Itália – Autodromo del Mugello
7. 18 de junho: Alemanha – Sachsenring
8. 25 de junho: Holanda – TT Circuit Assen
9. 9 de julho: Cazaquistão** – Sokol International Racetrack
10. 6 de agosto: Grã-Bretanha – Silverstone Circuit
11. 20 de agosto: Áustria – Red Bull Ring-Spielberg
12. 3 de setembro: Catalunha – Barcelona-Catalunya
13. 10 de setembro: San Marino – Misano World Circuit Marco Simoncelli
14. 24 de setembro: Índia** – Buddh International Circuit
15. 1 de outubro: Japão – Mobility Resort Motegi
16. 15 de outubro: Indonésia – Mandalika International Street Circuit
17. 22 de outubro: Austrália – Phillip Island
18. 29 de outubro: Tailândia – Chang International Circuit
19. 12 de novembro: Malásia – Sepang International Circuit
20. 19 de novembro: Catar – Lusail International Circuit
21. 26 de novembro: Valência – Comunitat Valenciana-Ricardo Tormo

**Pistas a serem homologadas

A grande vitória de Miller, a queda de Bagnaia, a sorte de Quartararo e a pole de Márquez: A análise do GP do Japão no FullGas Podcast: