Valentino Rossi colocou fim a uma sequência de 17 corridas sem subir ao pódio na MotoGP no último domingo. O piloto italiano da Yamaha foi o terceiro no GP da Andaluzia, fazendo um pódio apenas com motos da fabricante de Iwata, ao lado de Fabio Quartararo e Maverick Viñales.
Contente com o resultado, ele falou que o resultado chegou após diversas lutas nos bastidores no último ano com sua equipe.
“Temos que trabalhar duro com David (Muñoz, novo chefe de mecânicos), temos que pressionar a Yamaha, porque às vezes é algo político, é um problema político querer mudar a moto”, disse Rossi.
“Mas não desistimos e desde sexta-feira de manhã tive uma sensação melhor. Mas eles precisam me apoiar, porque estou aqui na equipe da fábrica e no próximo ano vou correr com a Petronas.”
“Então, eles têm que confiar em mim, porque acho que talvez não seja o mais rápido na pista, mas posso fazer boas corridas.”
“Às vezes você precisa lutar pelas coisas. Não é muito inteligente para mim, às vezes eu pergunto ‘por que?’, mas desta vez fomos mais fortes no box, não desistimos, nos esforçamos com os engenheiros japoneses e toda a equipe, e isso é muito bom para mim, porque se eu tiver que andar com o estilo de pilotagem igual a Viñales e Quartararo, não tenho motivação suficiente para dar o máximo, porque não sou rápido.”
Ouça o podcast Fullgas #6 – O passeio de Quartararo e Rossi de volta ao pódio:
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