A nova aparência do carro da Indy tem sido um ponto importante na temporada de 2018
A categoria abandonou a fabricante de “aerokits”, após três anos de altos custos de desenvolvimento das antigas peças aerodinâmicas. Não só os custos subiram fora de controle, mas as corridas foram prejudicadas por carros que se mostraram difíceis de guiar.
Um ano após os projetos dos “aerokits”, a IndyCar já estava planejando seu novo carro e, em seguida, trabalhando com a parceira Dallara. Chris Beatty, designer britânico, viu nessa mudança a chance trabalhar na aparência do carro de 2018.
“Ouvi dizer que o projeto de 2018 estava chegando e perguntei (aos responsáveis) se poderia ter o contato da pessoa que o comandava e que era Tino Belli, o diretor de aerodinâmica da Indy”, disse Beatty em entrevista ao “Motorsport”.
“Eu escrevi para ele ‘Eu quero entrar neste projeto, é perfeito, e é algo com o qual eu posso ajudar’. A resposta foi ‘é um projeto de engenharia e aero’ e eu pensei ‘OK’. Cerca de um mês depois, recebi um e-mail que continha o conceito da época, com Tino perguntando o que eu achava dele como um observador casual”, detalhou o designer britânico.
Beatty trabalhou com a Indy no desenvolvimento do novo carro e acredita que a mudança de direção já provou ser bem sucedida na pista. O designer aponta como avanço estatísticas como: distância entre os carros reduzida na pista, devido à redução na turbulência do ar, permitindo aproximação entre os monopostos. Esse é o primeiro indicio, de que o novo projeto vem sendo bem sucedido.
