Por Jackson Lincoln Lopes (Clique e acesse o Blog da Indy)
Ed Carpenter terminou a corrida deste sábado à noite em segundo lugar, seu melhor resultado na categoria, antes já havia conquistado a quinta posição por três vezes nos anos de 2006 e 2008. Neste ano seu melhor resultado foi a oitava colocação nas 500 milhas de Indianápolis.
Carpenter comentou para o site de sua equipe, Vision Racing, como foi disputar a corrida do Kentucky nas primeiras posições, diferentemente do que vinha acontecendo neste ano.
Confira na íntegra as palavras do piloto que por 0.0162 segundos não conquistou sua primeira vitória na Fórmula Indy. Carpenter comenta a batalha que teve com Ryan Briscoe, confira:
“Eu passei três ou quatro carros na largada, então eu tive uma boa idéia de que eu tinha um bom carro. Foi legal andar neste tipo de pista lado a lado com um carro da Penske, fazendo isso por tantas voltas no final da corrida.
Eu estava tentando colocar o Briscoe na parte alta da pista, o fazendo percorrer o caminho mais longo e assim evitando que ele escapasse. Mas tive que jogar limpo com ele, assim como ele fez comigo.
Eu tenho que estar feliz com o segundo lugar. É o melhor resultado da minha carreira até aqui, mas dói, pois estive muito próximo da vitória. Oportunidades assim não aparecem com freqüência. Usei o ‘push to pass’ o quanto eu pude na última volta, e sabia que seria bem apertada a diferença na linha de chegada.
Nas últimas voltas, ele sempre cruzava a linha na minha frente. Continuei tentando coisas diferentes para chegar ao limite, mas evitando um acidente.
Foi legal que ele jogou limpo comigo, já que ele não estava acostumado a correr lado a lado com um carro da Menards pela liderança. A equipe fez um ótimo trabalho nas paradas e foram tão perfeitos como poderiam ser. Eles devem ficar muito orgulhosos do trabalho que fizeram hoje à noite. Eu tenho que agradecer a Tony (dono da equipe) e minha mãe e todos nossos patrocinadores pelo apoio.
Está sendo um ano difícil para a equipe e este é um bom resultado para ajudar a mudar as coisas para o resto da temporada, mas ficamos a apenas uma posição de fazer isto ter sido muito melhor. É bom para a moral.”