Kelvin van der Linde está animado com o ePrix da Cidade do Cabo da Fórmula E. Correndo em sua terra natal, o competidor destacou a importância da prova para o país e as dificuldades que o circuito vai oferecer.
A corrida na África do Sul é a primeira da história da categoria elétrica. Ainda, também é a primeira disputa de monopostos desde o GP de 1993 de Fórmula 1 realizado no circuito de Kyalami.
Substituindo o lesionado Robin Frinjs na Abt, Van der Linde tem cumprido diversos compromissos de mídia durante a semana. Ainda, ressaltou a empolgação que tem sentido da torcida local.
“Sim, é algo importante. E pode meio que ver com a recepção que tivemos, todos muito apaixonados e nos apoiando. As atividades de imprensa que fizemos ontem, aparições em programas de rádio, você percebe o sentimento pelo que as pessoas estão esperando e é animador”, pontuou.
“Acho que a Cidade do Cabo de fato se encaixa bem, é uma cidade icônica como lugares que já fomos como Nova Iorque, Londres e outros. Realmente se encaixa no molde de uma cidade icônica”, completou o piloto da casa.
Kelvin ainda foi questionado sobre o que esperar da pista, com o piloto falando de como os ventos vão ser um importante fator. “É difícil de julgar para ser honesto. Sei que a Cidade do Cabo é doida por conta dos ventos. Esses carros são, vamos dizer, sensíveis, e estamos falando de ventos muito fortes, pode imaginar que na curva 8 vai ser interessante”, disse.
“Então, vou focar na comunicação com os engenheiros. Vão nos dizer o que acontece durante as sessões, qual a direção que está indo o vento. Esse vai ser um fator chave”, concluiu.
