Oliver Rowland deixou o final de semana do ePrix de Berlim da Fórmula E bastante satisfeito. Apesar de ter problemas em como lidar com o uso de energia, comemorou o bom resultado conquistado no domingo.
Durante o final de semana no Aeroporto Tempelhof, a Mahindra mostrou bom desempenho com ambos os pilotos. No sábado, foi Alexander Sims quem fez bonito na classificação ao garantir uma primeira fila.
No domingo, foi a vez de Rowland que apesar de ter largado em décimo, escalou o pelotão e aparecia em quinto. Mas no final, por questões de gestão de energia, perdeu dois postos para António Félix da Costa e Robin Frinjs, mas conseguiu segurar André Lotterer.
“Estou feliz. Quer dizer, às vezes termina em sétimo com alguma sorte. Mas acho que hoje realmente tivemos um bom ritmo e viemos de trás. É muito bom ver, na verdade, eventualmente ter um pouco de sorte e tudo ir bem”, disse.
“Acho que todos trabalharam duro para chegarmos onde estamos Ainda temos trabalho pela frente, mas foi uma boa corrida e aproveitei bastante”, continuou o inglês.
Rowland seguiu e explicou a queda de rendimento no final da prova, dizendo que a falta de conhecimento do sistema da equipe contribuiu para tal. “Foi minha culpa. Mas, é, sou um pouco inexperiente com meus sistemas e estava consumindo menos quando pegava o vácuo”, falou.
“E assim que passei, consumi energia demais por duas voltas, o que matou meu objetivo, basicamente. Tive de ser um pouco mais controlado quando passei Antonio e acho que conseguiria terminar em quinto. Apenas preciso de um pouco de experiência e entendimento porque com o vácuo poupa muita energia”, seguiu.
“Também era sobre entender quanta energia era. Pois quando os bipes vêm no mesmo ponto e não tem um vácuo, você gasta energia. Mas quinto ou sétimo, realmente não me importo. Estou feliz com a corrida”, concluiu.
