Fórmula E 2022: Sette Câmara fala das expectativas para temporada 8

Sergio Sette Câmara está nas últimas preparações para o início da temporada 2022 da Fórmula E. O brasileiro parte para seu segundo campeonato completo no grid, ainda defendendo as cores da Dragon.

Para este ano, o mineiro vai encarar as novidades de novas pistas, um novo formato de classificação e até mesmo novo companheiro. Agora, vai dividir os boxes da equipe com Antonio Giovinazzi, que troca para o mundo elétrico após três anos na F1.

Em bate-papo com o F1MANIA, o competidor falou das expectativas para o campeonato 8, bem como o ano de transição para a terceira geração de carros em 2023. Ah, o fanboost já está aberto e você pode votar em Sergio neste link.

Qual a expectativa para a temporada 2022?
Queria ter uma meta muito ambiciosa, um resultado exponencial comparado com o ano passado, mas é complicado fazer isso porque sei que os carros vão estar muito parecidos. Não houve uma nova homologação, então, sei que todos os carros de todas as equipes vão estar muito parecidos com o que foi o ano passado, vai ser muito parecida com a temporada passada. A tendência seja que nossos resultados sejam muito parecidos, estejamos brigando na beirada do top-10, então, espero que operacionalmente tiremos mais desse carro e consigamos pontuar mais. Ano passado pontuei em três corridas, então, quem sabe pontuo em seis? Já seria uma meta bem legal.

O que esperar das novas pistas no calendário?
Vão ter novas pistas no calendário. Uma coisa interessante da Fórmula E é isso, né, sempre tem pistas e corridas novas. Por um lado, para um piloto que já fez uma temporada e já tem experiência é muito mais confortável estar guiando sempre nas mesmas pistas. Mas confesso que gosto disso, gosto de conhecer lugares e pistas novos, deixa o campeonato mais interessante, e também temos de expandir a FE cada vez mais. Estou muito animado especialmente para Vancouver, não pela pista, mas sempre tive muita curiosidade de conhecer; Coréia [do Sul] também nunca fui, muito legal. Os circuitos, acabo conhecendo duas, três semanas antes das corridas porque vem o arquivo para o simulador e treino. Mas o traçado é muito difícil criar uma expectativa, só penso na cidade, vejo como está sendo o evento, o que as pessoas estão falando, e vou montando minha expectativa.

Qual a expectativa para Giovinazzi na equipe?
O Antonio tem muita experiência, tem três anos de F1, baita piloto, muito completo. Isso logicamente ajuda a equipe.

Esse é o último ano do Gen2. Como é estar em uma temporada de transição da FE?
Vamos estar meio divididos. Uma parte trabalhando na temporada, tirado o máximo de resultado da última temporada do Gen2, que no caso é esse ano, e em outros momentos, vamos estar 100% focados no desenvolvimento do Gen3. Vai ser um ano diferente, nunca vivi uma temporada assim na minha carreira. Na verdade, nunca participei de um ano de desenvolvimento de um carro que começa do zero, então, isso vai ser uma experiência muito enriquecedora, estou muito animado para participar disso.



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