Lucas di Grassi apontou que o circuito do ePrix da Cidade do Cabo da Fórmula E vai trazer desafios para as equipes. Com tantas características diferentes, o piloto apontou que não sabe como otimizar o carro.
A prova na África do Sul é a segunda novidade do campeonato 2023. A primeira foi em Hyderabad, na Índia, e agora, a categoria elétrica marca o retorno das provas de monoposto no país desde 1993.
Avaliando as características da pista, o titular da Mahindra apontou diversos pontos diferentes e que isso vai trazer um desafio de como acertar o carro, já que não vai ser possível otimizar para todas especificações do circuito.
“Você tem ondulações, mas acho que mais importante do que isso, tem quatro curvas de alta velocidade, o que normalmente não se tem em um circuito de rua. Então, vai ser uma classificação bastante desafiadora”, disse.
“Extrair o máximo do carro e, especialmente, com o fator de curvas de diferentes velocidades, com diferente tipo de asfalto e diferentes ondulações. Então, você otimiza o carro para qual ponto? Otimiza para as ondulações ou para a alta velocidade? Nunca dá para ter tudo”, seguiu.
“E então, para a corrida tem a energia, porque a velocidade média é muito alta, a corrida vai ter cerca de 36, 37 minutos, o consumo de energia vai ser bastante alto”, concluiu.
