A Fórmula E tem sido cada vez mais alvo de interesse de novas cidades. Agora, a mais recente cidade que expressou vontade de servir de praça para a categoria elétrica foi Bournemouth, localizada ao sul da Inglaterra.
Uma oferta realizada pelo grupo Wessex Entrepeneurs tem como principal objetivo usar o certame para impulsionar o crescimento dos negócios locais. Ainda, quer que mostre a cidade à beira do mar como um bom refúgio.
A proposta inicial é de um circuito de rua no sentido horário de aproximadamente 5.4 quilômetros, de frente para o mar e que englobasse regiões como Pier Bournemouth e o hotel Royal Bath. Ainda, é esperado que receba uma rodada dupla por três temporadas iniciando em 2023.
“Estamos vendendo como a Mônaco britânica. A única maneira que pode proteger empregos é ter uma economia local vibrante, que é o que a corrida se foca – vai ser um centro para a sustentabilidade”, disse Tony Williams, um dos maiores apoiadores da prova.
“O eGrand Prix é algo que abre as portas de Dorset para o mundo, algo necessário. O país tem estado em declínio nos últimos anos. Estamos tentando usar Bournemouth como a escapatória e a FE como bandeira para o mundo”, seguiu.
“Vai ser necessário que os setores público e privado trabalhem juntos na mesma sala, algo que nunca foi feito antes”, completou.
Dorset já está no cenário do automobilismo – especialmente o elétrico. A base militar de Bovington vai receber a decisão do campeonato da Extreme E, já que a Covid-19 obrigou a organização cancelar as provas na Argentina e Brasil.
