Desde 2014, a Mercedes tem controle total da Fórmula 1. Isso se deve, principalmente, aos motores híbridos. Um conceito para a Fórmula 1 que a Mercedes foi talvez a maior defensora e a primeira a começar a desenvolver. Segundo Jean Todt, também foi um passo necessário.
“O mundo ao nosso redor mudou”, disse o presidente da FIA à Auto Motor und Sport. “A mudança climática está no topo das agendas de todos os governos. Você pode gostar ou não dos motores atuais, mas não teríamos sobrevivido sem mudar para os motores híbridos.”
No entanto, Todt também reconhece que os motores híbridos não são o maior sucesso no esporte. Desde a sua introdução, as relações entre os fabricantes de motores têm sido bastante distorcidas.
Os chamados combustíveis ‘E’ devem acabar com isso. Esses combustíveis neutros em carbono devem permitir que a Fórmula 1 diga adeus aos motores híbridos sem perder sua imagem de ‘amiga do ambiente’.
“Se conseguirmos funcionar com e-fuels a partir de 2023, seremos flexíveis na escolha da arquitetura do motor. Assim, poderemos considerar um sistema de propulsão menos complexo, desde que continue eficiente”, acrescentou.
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