Carlos Sainz está desfrutando da recém-descoberta independência, após sua mudança para a McLaren na temporada de 2019.
Ele substituirá o compatriota Fernando Alonso na equipe de Woking, onde correrá ao lado do estreante britânico, Lando Norris.
Sainz teve a maior parte de sua carreira até hoje gerenciada pela Red Bull, entrando em cena com a equipe irmã Toro Rosso em 2015, antes de ser emprestado à Renault para as etapas finais de 2017, e para a temporada completa de 2018.
Falando ao Crash.net, Sainz comentou sobre como a mudança para a McLaren o coloca no controle de sua carreira pela primeira vez na Fórmula 1.
“Eu sou muito grato pela Red Bull, sem a Red Bull eu não estaria sentado aqui hoje como piloto da McLaren”, explicou Sainz.
“Então, eu realmente preciso ser grato por tudo que eles fizeram por mim”.
“Mas é verdade que este é agora um novo capítulo na minha carreira, estou me gerenciando de certa forma, e sou independente”.
“Essa independência vem com um contrato de dois anos com a McLaren, então algo que eu realmente queria, era encontrar meu primeiro contrato de dois anos com uma equipe. Se essa equipe é a McLaren, ainda melhor!”
“Estou ansioso por isso”, acrescentou. “Eu vou ser um novo Carlos e estou realmente ansioso para este novo capítulo da minha vida.”
Depois de terminar em sexto no Campeonato de Construtores de 2018, a McLaren está esperançosa de subir no grid mais uma vez, em busca de uma primeira vitória desde 2012.
Mas, mesmo com as adições do ex-chefe da Porsche LMP1, Andreas Seidl, e do ex-chefe técnico da Toro Rosso, James Key, Sainz alertou a equipe para não se antecipar demais, acrescentando que sua nova equipe terá que trabalhar “pouco a pouco”, para encontrar um caminho de volta até o topo da F1.
