George Russell revelou em entrevista ao GPFans que enfrentou diversos desafios para manter a saúde mental consistente na temporada 2020 da Fórmula 1 por causa da Covid-19.
O calendário revisado acabou determinando que os pilotos disputassem 17 corridas em um curto período de seis meses, devido ao adiamento das corridas entre março à julho.
“Foi um sacrifício que estava disposto a aceitar porque, em última análise, a Fórmula 1 é a minha vida e é a coisa mais importante para mim.”
“Existem muitas posições piores para se estar, mas somos todos humanos no final do dia, precisamos dessa interação e não ter isso é difícil e é por isso que todos estavam ansiosos para voltar para as famílias e viver uma vida normal.”
“Na Fórmula 1, já vivemos em uma bolha. Todo mundo costumava dizer antes de Covid que a Fórmula 1 é uma grande bolha, é a nossa vida real. De repente, você tem bolhas dentro de bolhas e não pode sair da bolha, então é complicado.”
Russell ressalta a ajuda que recebeu de diversas pessoas na equipe e na família que ajudaram em sua condição psicológica durante o ano de 2020.
“Como todo mundo, você tem seus dias bons e seus dias ruins. Tenho a sorte de ter uma grande equipe de pessoas ao meu redor. Meu treinador Aleix, o pessoal da Williams, meus engenheiros, meus amigos e família com quem obviamente falo diariamente para ajudar a passar e, para ser honesto, a última temporada foi implacável.”
“De certa forma, tivemos a sorte de poder fazer isso com as pessoas com quem nos damos e ter uma vida quase normal fora de casa.”
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