Resumo do primeiro dia do GP da Hungria de 2023: Leclerc lidera enquanto as equipes enfrentam clima variável

Os pilotos de F1 enfrentaram condições climáticas variáveis durante os treinos livres para o Grande Prêmio da Hungria de 2023, alternando entre sol e chuva, o que limitou a coleta de dados das equipes para a qualificação e a corrida.

Charles Leclerc, da Ferrari, liderou o segundo treino livre (FP2), com uma vantagem mínima de 0,015s sobre Lando Norris da McLaren, que foi o terceiro colocado na última corrida. Mesmo com o bom desempenho, Leclerc e seu companheiro de equipe Carlos Sainz expressaram cautela, sabendo que há trabalho a ser feito para melhorar o desempenho do SF-23.

“Nós sabemos onde precisamos melhorar o carro, pois havia alguns trechos onde eu não estava tão confiante”, disse Leclerc na sexta-feira. “Está muito claro para nós onde precisamos trabalhar e então veremos amanhã, mas tenho certeza de que podemos fazer um ótimo resultado aqui.”

A Red Bull, que lidera o campeonato de construtores com uma vantagem superior a 200 pontos, trouxe upgrades para o seu já impressionante RB19, mas teve seus planos prejudicados por um acidente de Sergio Perez logo no início do primeiro treino livre. Com Verstappen em 11º e Perez (em seu RB19 reconstruído) em 18º no FP2, a performance não foi eletrizante. Entretanto, a análise de longas séries de voltas sugeriu que os touros vermelhos ainda são a equipe a ser batida nessa métrica.

A Mercedes, por outro lado, teve uma sexta-feira discreta, com Lewis Hamilton e George Russell terminando o FP2 apenas nas 16ª e 20ª posições, respectivamente. No entanto, a equipe focou no ritmo de corrida, o que pareceu impressionante de acordo com nossos dados.

Em seu retorno à F1, Daniel Ricciardo terminou o FP2 na 14ª posição, enquanto seu colega de equipe na AlphaTauri, Yuki Tsunoda, fez uma volta rápida o suficiente para a 4ª posição. No entanto, Ricciardo se mostrou otimista, afirmando que se sentia como se “nunca tivesse ido embora”.

A nova “Alocação Alternativa de Pneus” para a qualificação, que envolve o uso de pneus duros no Q1, médios no Q2 e macios no Q3, poderá trazer algumas surpresas.

A imagem é dinâmica e incerta antes do sábado em Budapeste, preparando o cenário para uma qualificação fascinante.