Renault: Perder a referência da Red Bull “não faz diferença”

A Renault perde a Red Bull como referência no próximo ano, após o acordo da equipe austríaca com a Honda, entretanto, Carlos Sainz sente que o time francês já “aprendeu” o suficiente sobre seus déficits.

Retornando à Fórmula 1 como uma equipe de trabalho em 2016, a Renault enfrentou a Red Bull com o mesmo motor, dando margem para os franceses de onde seu carro estava faltando.

No próximo ano, a Renault não terá isso, já que a Red Bull está trocando de fornecedor para a Honda. Mas o piloto Carlos Sainz não acredita que isso tenha um impacto negativo no progresso do chassi da equipe francesa.

“Eu acho que a equipe está muito consciente de onde estamos. Graças a este ano e aos últimos anos, ao lado da Red Bull, sabemos perfeitamente onde esta equipe está faltando nos últimos dois passos, para se tornar uma equipe de ponta”, disse Sainz à “Autosport”.

“Mas daqui não precisamos mais desse número, sabemos onde estamos e onde as coisas precisam melhorar”, acrescentou.

Esse é um sentimento ecoado por seu companheiro de equipe Nico Hulkenberg: “Eu concordo com isso. Não precisamos de outro time ou outro carro como referência. O benchmark é estar na competição de qualquer maneira, e seus tempos de volta vão te mostrar e apontar onde você está”, disse o alemão.

“Os carros líderes são sempre o ponto de referência. Sabemos que temos trabalho a fazer e onde queremos melhorar e não ter mais a Red Bull não é realmente uma desvantagem ou um benefício ou qualquer outra coisa. Não faz diferença”, enfatizou Hulkenberg.



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