A Renault confessou que seu sistema de freios, agora ilegal, foi introduzido bem antes do início da temporada de 2019, com a equipe sempre convencida da legitimidade de sua tecnologia.
Eles foram excluídos do Grande Prêmio do Japão após um protesto da Racing Point, rival no pelotão intermediário, que sustentava que o sistema de equilíbrio de freios no R.S.19 da equipe francesa violava os regulamentos técnicos da FIA.
A investigação da FIA concluiu que o sistema de freio da Renault não violava as regras técnicas, mas violava os regulamentos esportivos, já que o dispositivo foi considerado um auxílio ao piloto.
O chefe da Renault F1, Cyril Abiteboul, revelou que Enstone nunca questionou a FIA sobre a legalidade de seu sistema de freios, afirmando que a tecnologia do conceito está em uso já há algum tempo.
“Antes desse evento de Suzuka, nunca houve essa discussão ou especulação sobre a legalidade do nosso sistema”, explicou Abiteboul.
“Abordar a FIA, não foi algo que fizemos porque estávamos absolutamente convencidos, como demonstrado mais adiante, de que estávamos legais. E estávamos legais de uma perspectiva técnica”.
No entanto, Abiteboul admitiu que o sistema de equilíbrio dos freios constituía um auxílio ao piloto, da mesma forma que muitos outros componentes em um carro de F1 poderiam ser rotulados como ‘auxílios ao piloto’.
“Em algum momento você precisa aceitar que há um elemento de subjetividade nas regras”, acrescentou o francês.
“É usado há tantos anos que nunca pensamos que pudesse ser questionado até o que aconteceu agora”.
Abiteboul sugeriu que a questão da legalidade de seu sistema de equilíbrio de freio, estava enraizada na complexidade das regras que permitem a exploração de áreas cinzentas, daí a importância de limpar o fabricante de qualquer irregularidade ou sugestão de trapaça, como fizeram os comissários.
“Não negamos que seja uma forma de auxílio ao piloto”, afirmou. “Não para acelerar o carro, mas para reduzir a carga de trabalho dos pilotos”.
“Seria sempre uma avaliação subjetiva de até que ponto está ajudando o piloto, e se é aceitável ou não”.
“Os comissários julgaram que não é aceitável. Que assim seja. É duro para a equipe. Também é ainda mais duro para os pilotos, porque acho que é um reconhecimento muito ruim do que eles estão fazendo.”
“Está lançando uma luz negativa sobre o que eles estão fazendo, o desempenho deles no carro.”
“Veremos neste fim de semana, se teremos a competitividade que temos, e é independente de qualquer sistema de freios que tenhamos ou não”, completou.
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