Recorde de Interlagos tem grandes chances de ser batido no GP do Brasil

Volta mais veloz da Fórmula 1 em Interlagos foi registrada em 2017 com Max Verstappen em 1min11s044; equipes devem optar por estratégia com apenas um pit-stop na corrida, diz Pirelli

O Grande Prêmio do Brasil acontecerá neste final de semana em Interlagos e a estratégia dos pneus poderá ser chave para as equipes buscarem a vitória. No ano passado, a vitória foi de Sebastian Vettel, da Ferrari, que utilizou a estratégia de começar com o composto supermacio e terminar com o macio.

Também em 2017, Max Verstappen foi o responsável por quebrar o recorde oficial da pista Interlagos, que era de Juan Pablo Montoya e durava desde 2004. O piloto holandês cravou a melhor volta em 1min11s044 e a expectativa é de que os pilotos consigam andar na casa de 1 minuto e 10 segundos na corrida de 2018, já que houve a evolução dos carros e também dos próprios pneus nesta temporada.

Gerente Mundial de Motorsport da Pirelli, Mario Isola explica a diferença dos pneus desta edição do GP do Brasil em relação aos de 2017.

“A única novidade é que estamos trazendo uma nomeação um degrau mais macia. Os atuais médios e macios são equivalentes, respectivamente, aos macios e supermacios do ano passado. Já o supermacio deste ano, o pneu mais macio que selecionamos para este fim de semana, é similar ao ultramacio de 2017, que não veio para o Brasil na ocasião. Assim, esse pneu está efetivamente fazendo sua estreia em Interlagos”, diz Isola.

Recorde de Interlagos tem grandes chances de ser batido no GP do Brasil

O circuito de Interlagos possui a terceira volta mais curta do calendário da Fórmula 1 (4.309 metros), ficando atrás apenas das pistas de Mônaco (3.337 metros) e do México (4.304 metros). Isso significa que os pneus estão sempre trabalhando em sequências de curvas e muito tráfego, sendo que o pneu traseiro direito é o mais exigido, graças ao layout anti-horário do traçado.

“Lidar com o tráfego e correr fora da linha são sempre importantes aspectos para administrar a corrida no Brasil. Devido as altas cargas de energia gerada pelas curvas velozes e a temperatura possivelmente alta, a degradação será outro fator para ser levado em conta, apesar de não esperarmos que ela seja excessiva em circunstâncias normais”, complementa Isola.

A F1Mania.net trará todas as informações do GP do Brasil in loco, a partir desta quinta-feira (08 de novembro), com uma equipe especial no Autódromo de Interlagos.

 

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