Kimi Raikkonen apoiou as mudanças inicias feitas pela nova dona da Fórmula 1, a Liberty Media, mas estima que vai demorar “alguns anos” para julgar seu impacto no esporte.
A Liberty, que chegou à cena no final de 2016, completou a compra da F1 em janeiro e passou o ano entendendo como o esporte opera.
Chase Carey substituiu Bernie Ecclestone como CEO, com o ex-chede de equipe da F1, Ross Brawn, desenvolvendo um papel esportivo chave, e Sean Bratches assumiu o controle do lado comercial.
Várias novas iniciativas foram testadas, incluindo zonas de fãs expandidas em corridas selecionadas, a primeira demonstração do ‘F1 Live’ em Londres e um show pré-corrida com as “estrelas” no Grande Prêmio dos EUA.
Raikkonen elogiou a Liberty por colocar “muito esforço” com essas mudanças iniciais, mas considera que os efeitos completos não será sentidos até a próxima grande mudança dos regulamentos em 2021.
Liberty e FIA descreveram recentemente os planos das unidades de potência pós-2020, com um conjunto híbrido V6 de 1.6 litros sendo mantido, mas como parte de um pacote mais simples e mais barato.
Enquanto isso, as discussões continuam em torno do limite de orçamento e redistribuição do dinheiro do prêmio, na tentativa de criar “uma Fórmula 1 saudável de cima para baixo”.
“Eles estão tentando torná-la ainda maior e talvez seja com mais visibilidade… e as pessoas podem se envolver mais”, disse Raikkonen, em relação à aquisição da Liberty, nas perguntas e respostas do “Shell Live”.
“Mas acho que apenas em alguns anos, quando as próximas regras chegarem, você verá o impacto que eles trouxeram para o esporte, (como) eles simplesmente assumiram isso, então é um pouco cedo agora.
“Eu acho que fizeram muitos esforços… Penso que é por isso que em alguns anos, uma vez que as novas regras forem introduzidas, veremos se foi uma boa decisão.
“Mas do que eu vi e ouvi, pelo menos, há grandes chances de ser algo bom”, disse Raikkonen.
