Premiação da F1 em 2023: Red Bull lidera com R$ 676 mi

Embora os valores exatos dos prêmios na Fórmula 1 não sejam públicos, é possível fazer uma estimativa a partir de registros financeiros. Metade dos lucros da F1 é distribuída às equipes, sendo os campeões de construtores, como a Red Bull em 2023, os que recebem a maior parcela.

Após a chegada da Liberty Media em 2017, houve um aumento nas premiações, garantindo uma distribuição mais justa no atual Acordo de Concórdia. Este ano, estamos falando exclusivamente do dinheiro dos prêmios, mas existem também outros bônus. Por exemplo, acredita-se que a Ferrari receba um bônus adicional por estar na F1 desde o início, algo em torno de 5% do total do prêmio, equivalendo a cerca de US$ 50 milhões por ano.

Equipes que tiveram sucesso nos anos recentes também recebem um bônus extra. Em relação à distribuição, sob as antigas regras, os campeões recebiam cerca de 20% do total, enquanto o décimo colocado ganhava 6%. Atualmente, os campeões levam aproximadamente 14% do prêmio, e o décimo colocado continua recebendo 6%.

Mesmo sem os valores exatos, entrevistas e análises permitem estimar o prêmio deste ano. Após o pagamento de todos os bônus, restará cerca de um bilhão de dólares para ser distribuído entre as equipes.

A Red Bull, claro, é a equipe que mais lucra nesta temporada, com Max Verstappen garantindo o título e cerca de US$ 140 milhões em prêmios. A Haas, com uma temporada decepcionante terminando em décimo, leva apenas US$ 60 milhões. Os restantes US$ 800 milhões são divididos da seguinte forma:

Red Bull: US$ 140 milhões (aproximadamente R$676 milhões)
Mercedes: US$ 131 milhões (aproximadamente R$632 milhões)
Ferrari: US$ 122 milhões (aproximadamente R$589 milhões)
McLaren: US$ 113 milhões (aproximadamente R$545 milhões)
Aston Martin: US$ 104 milhões (aproximadamente R$502 milhões)
Alpine: US$ 95 milhões (aproximadamente R$458 milhões)
Williams: US$ 87 milhões (aproximadamente R$420 milhões)
AlphaTauri: US$ 78 milhões (aproximadamente R$376 milhões)
Alfa Romeo: US$ 69 milhões (aproximadamente R$333 milhões)
Haas: US$ 60 milhões (aproximadamente R$289 milhões)